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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Uma aula em Yale, feita à minha medida...

Encontrei no Youtube esta aula de Psicologia em Yale.
Pelo facto de vivermos, em determinados momentos tentamos perceber em que raio nos metemos...Agrada-me imenso saber que as coisas em que penso foram já estudadas por muitos e que criei as minhas próprias teorias sem nunca os ter lido, mas pensando nas teorias deles. Isso significa que o raciocínio humano brota de todos de forma similar.



Em jeito de resposta segue o significado da vida...:-)



E no final...a resposta yoga de Swami Satchidananda...demasiadas expectativas, demasiada dor... O egoísmo em nós pede que recebamos sempre algo em troca, da vida, das pessoas, do mundo. Esperamos, por isso temos problemas, passamos pelo "nível dor".



Viver...

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Hoje é o 1º dia do Resto da tua Vida...


Bom dia...
Não sei se é dia, noite, ou manhã, mas...mais um dia passou.
Não, não é tragédia nenhuma, tal como não deves lamentar mais uma lufada de ar que deixaste sair pelas narinas. Faz parte...
Já sabia da minha relação estranha com a morte e a perda. Eu, que ambiciono o ganho e a melhoria, tal como todos os seres humanos neste mundo. A morte é assim, o término, de algo que apesar de não ser extremamente bom, é o possível e bem melhor que o Nada.
O "Estranho caso de Benjamim Button" teve o condão de despertar sensações adormecidas. Assim como o fizeram outros filmes que me puxam da cadeira e me transportam de dimensão para a realidade que aquelas luzes e sons articulados desejam. Assim sendo, cheirei a morte novamente ao longe. Senti-a naqueles relatos de 2 pessoas descompassadas no tempo. Muito bonito, muito forte, tal como a morte.
Chorei. Tinha que chorar. Olhando aquele fim no inicio da vida de Benjamim, percebemos o ciclo por que passamos. Tudo começa e tudo acaba.
32 anos...32 anos é ser-se jovem..Pois. 25 era mais. Mas 25 anos não encerravam em si a lucidez que os passos me trouxeram e o infortúnio de saber que apesar de todas as curvas da estrada, a meta é sempre a mesma.
A realidade não é alterável como nos filmes. É pena. Como nem todos podem ter o que desejam a realidade dá a cada um nada mais do que aquilo que pode. Vivamo-la então. "O tempo não pára". Não parou para Cazuza, não parará para ninguém. Só parará a consciência que temos dele.
Se não o tempo e a morte, que outros fenómenos nos fariam querer criar tanto...na esperança de deixar algo para a posteridade? Quadros, poemas, edifícios, viagens, filmes, filhos, modas, canções...
É a mortalidade que nos torna fracos e poderosos.
É a mortalidade que me "obrigou" a escrever.
Beijos e abraços, concidadãos...